Noite de pintura – de cabeça – a que não é alheia a cumplicidade da aguada verde-rifenho do quarto e a proximidade dos toldos enrolados no velho mercado, à espera. Bastava-me um, debotado, curtido pelo Sol, vivida a violência do contraste entre as barras azuis e as da cor natural da lona; reconciliadas. Bastava-me um retalho, para colar como rodapé de um cartão vertical, só. Casa como a palavra; habitada pelas palavras de um texto perdido, pronunciada pelo silêncio. Há tarde, no Sul; e nela tudo se espreguiça, por havê-la.
[Foto retribuída por umas sirigaitas andaluzas que pediram que as fotografasse em pose pascal, sem mais filosofias]
Sempre o Sul. Vim de lá ainda agora.
ResponderEliminarE eu conto ir no sábado, fiufiu...
ResponderEliminarE eu conto voltar em breve, mas não ao sábado...há demasiada gente
ResponderEliminarvai lá cuidar da cútis que no outro sabado descafézamos na trama... beijinhos :)
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