«Exerço muitas vezes o ofício de estrangeira,
com pouca fé de que na impossibilidade da língua
se entenda a natureza dos meus gestos.

Rasgar a água,
esgotar a paciência dos mortos.»
[Marta Chaves, onde não estou, tu não existes; Tea for One, Lisboa 2009]
Gosto de todos os excertos, mas «engalinho» com o título.Porquê tal assertividade?Por que não dizer onde tu existes eu não estou ou tu não estás onde eu existo?Presunção em demasia ou técnica agressiva de marketing?
ResponderEliminarFazes-me cada pergunta: conheces tão bem como eu o Miguel Martins, coloca-lhe a questão ou ele que te dê o contacto da Autora.
ResponderEliminarOlha que esta...