«De uma maneira geral, os livros sabem ao cheiro do café»
Sam Savage
29 de agosto de 2011
Às vezes, lá calha...
«A oralidade exige a verdade, a honestidade necessária à autocorrecção, e a democracia enquanto partilha comum. O texto escrito, o livro, tornará tudo isto caduco. O recurso à escrita debilita o poder da memória.»
Encontrei-te numa prateleira, entre Chipiona e Tarifa. A marinar no saco para logo ;)
ResponderEliminarO antecessor de «Al-Khaïma»; a costa europeia do Estreito.
ResponderEliminarMas onde descobres tu essas coisas, miúda?
Alfarrabistas. Este foi o mesmo onde encontrei Bove na prateleira e o queixo no chão.
ResponderEliminarMas o chão estava limpo, suponho :)
ResponderEliminarSim. O queixo foi o meu, depois de ter visto Bove ;)
ResponderEliminarAgora, foi a minha vez de ficar de queixo caído, ao abrir a caixa do correio.
ResponderEliminarObrigado e conto «retribuir» lá mais para o fim de Setembro :)
O que é dado não pede retribuição. Bom petisco ;)
ResponderEliminarPartilha, permuta, «miúda dos livros» :)
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