estou a ler... estou a ler "ferdydurke" e não terá sido por acaso que o encontrei na Gato vadio, gosto de certos ambientes mais underground e relativamente ao livro, aprecio o sarcasmo inteligente e encontro lá esse inconformismo, devo confessar que cheguei ao livro porque Cortazár escreve sobre ele em Rayuela, isto anda tudo ligado
há praí uma data de gajos que confundem sarcasmo sadio com cinismo,há lá no meio do livro uma tirada que diz que todo homem é forrado de criança... e não é criancice nenhuma entregar a um miúdo de treze anos poesia do herberto helder ou do Jorge de sena, aqui há dias vinham dizer-me que os miúdos não entendem a poesia do cesarini...
nem sei nem me interessa, os miúdos é mais sentir do que entender, talvez sejamos mais assim todos, até os graúdos, mas há um bando de "fuças" velhas que nem sente nem deixa sentir...
Pelo que li (do artigo), parece-me que não será bem um elogio à imaturidade. Sendo ele um irónico corrosivo, não haverá nada de mais patético que os eternos adolescentes. Será mais uma crítica há necessidade de o homem se querer moldar às suas circunstâncias, ou pior, de acordo com as conveniências e convenções. Nunca li nada dele, mas passa agora a ser imperativo.
"e que tudo o que vós podeis expressar não corresponde em quase nada à vossa realidade mais íntima" :)
ResponderEliminarEu diria, nada mesmo :)
ResponderEliminarestou a ler... estou a ler "ferdydurke" e não terá sido por acaso que o encontrei na Gato vadio, gosto de certos ambientes mais underground e relativamente ao livro, aprecio o sarcasmo inteligente e encontro lá esse inconformismo, devo confessar que cheguei ao livro porque Cortazár escreve sobre ele em Rayuela, isto anda tudo ligado
ResponderEliminarhá praí uma data de gajos que confundem sarcasmo sadio com cinismo,há lá no meio do livro uma tirada que diz que todo homem é forrado de criança... e não é criancice nenhuma entregar a um miúdo de treze anos poesia do herberto helder ou do Jorge de sena, aqui há dias vinham dizer-me que os miúdos não entendem a poesia do cesarini...
ResponderEliminar«aqui há dias vinham dizer-me que os miúdos não entendem a poesia do cesarini...»
ResponderEliminarDeduzo que quem o dizia «entende» a poesia de Cesariny, não?
nem sei nem me interessa, os miúdos é mais sentir do que entender, talvez sejamos mais assim todos, até os graúdos, mas há um bando de "fuças" velhas que nem sente nem deixa sentir...
ResponderEliminaràs tantas já enviei comentários repetidos, esta "merda" da net de vez entope...
ResponderEliminardesde aquela história do juiz de fora que estou mais para usar vernáculo do que outra coisa...
Pelo que li (do artigo), parece-me que não será bem um elogio à imaturidade. Sendo ele um irónico corrosivo, não haverá nada de mais patético que os eternos adolescentes. Será mais uma crítica há necessidade de o homem se querer moldar às suas circunstâncias, ou pior, de acordo com as conveniências e convenções.
ResponderEliminarNunca li nada dele, mas passa agora a ser imperativo.
«...não haverá nada de mais patético que os eternos adolescentes.»
ResponderEliminarTambém me parece e vou apanhar o livro :)