«De uma maneira geral, os livros sabem ao cheiro do café»
Sam Savage
15 de julho de 2010
Nem sempre a lápis (56)
Tocar-lhe o corpo – vestido de preto, uma lágrima de sangue no alfinete a prender o lenço ao cabelo – seria dedilhar um quissange. Só lhe conheço o som; tão bonito, tão delicado, tão vibrante, no terreiro batido do desejo.
Nem tu imaginas, sentada atrás do balcão de uma «boulangerie» - passe a expressão - no passeio oposto ao mercado encostado à muralha de Asilah. Suponho que era uma adolescente viúva
Bonito bonito é (para além dos olhos dela,claro-Liz?) o que está por baixo escrito.
ResponderEliminarNem tu imaginas, sentada atrás do balcão de uma «boulangerie» - passe a expressão - no passeio oposto ao mercado encostado à muralha de Asilah. Suponho que era uma adolescente viúva
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