«De uma maneira geral, os livros sabem ao cheiro do café»
Sam Savage
20 de março de 2011
Nem sempre a lápis (143)
Falávamos de palavras e do som, por baixo; a pontuação latejava no olhar, irreconciliável. Não procures o sorriso onde lavra o brasido. E se julgas que o Sol, de repente, se abre e te recebe, não esqueças a boca e as pronúncias ouvidas.
http://www.youtube.com/watch?v=W08MS3ndUX0
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