«De uma maneira geral, os livros sabem ao cheiro do café»
Sam Savage
16 de março de 2011
Porque a Net fornece um novo dia
«Há poesia em tudo – na terra e no mar, nos lagos e nas margens dos rios. Há-a também na cidade – não o neguemos – facto evidente para mim enquanto aqui estou sentado: há poesia nesta mesa, neste papel, neste tinteiro.»
Há poesia em todo o lugar, em todo, menos talvez naquele onde ela seria mais preciosa, no Homem. Alguns têm um poucochinho que depressa é banida já que é insegura, os outros, os outros pouco se importam se é cão ou se é gato. Desde que não polua, morto, pelas ruas engalanadas de glória... que não estão, nem essas estão, pobre pobre República. Viva Fallorca, cá vamos, na luta...
Ainda bem que gostou... mas já agora, gostaria a referência ao meu blogue, visto que foi daí que retirou a fotografia e o texto. Muito obrigada, Moura Aveirense
Há poesia em todo o lugar, em todo, menos talvez naquele onde ela seria mais preciosa, no Homem. Alguns têm um poucochinho que depressa é banida já que é insegura, os outros, os outros pouco se importam se é cão ou se é gato. Desde que não polua, morto, pelas ruas engalanadas de glória... que não estão, nem essas estão, pobre pobre República.
ResponderEliminarViva Fallorca, cá vamos, na luta...
Boa noite,
ResponderEliminarAinda bem que gostou... mas já agora, gostaria a referência ao meu blogue, visto que foi daí que retirou a fotografia e o texto. Muito obrigada, Moura Aveirense
Boa noite,
ResponderEliminar"Fernando Pessoa" linka o seu blogue; ora vá lá experimentar :)
Muito obrigada. De facto não tinha reparado... mas o meu nome não é "Fernando Pessoa", mas sim "Moura Aveirense" :)
ResponderEliminarUma boa noite, Moura Aveirense