«Aldous Huxley após ter experienciado estados psicadélicos, chegou à conclusão de que não é possível que o nosso cérebro seja a fonte destas experiências. Sugeriu que este funciona mais como uma válvula redutora que nos escuda de um input cósmico infinitamente maior.»

Sugeriu mal.
ResponderEliminarNão há outra "fonte" para as nossas experiências senão o cérebro. E os neuroquímicos (endógenos, exógenos, em equilíbrio, em excesso, em défice) que por lá circulam. O aparelho sensorial capta - e já filtra e modula - os estímulos externos e o cérebro lê-os, interpreta-os à luz do reportório de informação/experiência que possui, condicionado pela caldeirada de neurotransmissores.
Por outras palavras: nem é verdade que "in vino veritas" (um bêbedo está apenas bêbedo, não está a dizer mais verdade nem menos verdade do que quando está sóbrio), nem os psicadélicos abrem as portas para o "input cósmico". Simplesmente, modificam e alteram os dados da percepção (altered states").
Entendam-se
ResponderEliminarO cérebro como "válvula redutora" é, de qualquer maneira, uma ideia interessante...
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarO cérebro aliado à memória e às emoções pode ser uma maior ou menor válvula redutora.
ResponderEliminarRecomendo esta leitura:
http://www.amazon.com/Out-Our-Heads-Lessons-Consciousness/dp/0809074656
Fenomenologias!
http://www.youtube.com/watch?v=YgGvd1UPZ88
Ainda a ressacarem?
ResponderEliminarfiufiu...
Ainda a ressacarem?
ResponderEliminarfiufiu...