«... é nestas alturas que se deveria apostar nas linhas de qualidade e na edição com rigor, critério e cuidados especiais. Que vai ser esse tipo de edição que vai garantir o futuro na altura das mudanças que se avizinham. Mas nem os gestores compreendem isso (nunca o compreenderam aliás) nem conseguem perspectivar qualquer opção estratégica que não resulte em retorno imediato - porque a edição em Portugal, dadas as suas margens, não foi nunca pensada num prisma de médio/longo prazo (salvo em casos pontuais).»
Pois, pois.
ResponderEliminarJá vou sentindo isso.
Também tenho feito umas traduções... que vão acabar!
Tudo be, mas acho esta perspectiva um bocado delirante de quem é ou foi, editor do grupo Babel: Não estou é a pensar em mandar vir livros do Brasil.
ResponderEliminarTambém não se trata de qualquer «preconceito», tenho enviado/oferecido alguns a amigos brasileiros