20 de outubro de 2011

Nem sempre a lápis (222)

A capa de A mulher descalça estimulou a possibilidade de sedar a doença da escrita com texto rasurado; ininteligível. Perder a escrita, livre de teorias.

2 comentários:

a. disse...

gosto disso.

fallorca disse...

Também eu e cada vez mais