13 de junho de 2013

Vacas sagradas

 

6 comentários:

Carlos Azevedo disse...

Fallorca,
obrigado pela ligação.

fallorca disse...

Carlos,
como não tenho TV nem leio jornais eu é que agradeço o alerta.

ematejoca disse...

Coitado do menino de Boliqueime: primeiro fica sem ordenado, e agora quem mexer-lhe na reforma.

O que é demais, é demais!!!

E tudo isto é culpa da minha amiga Angie.

Kuß! Kuß! Kuß!

fallorca disse...

Angie? Só dos Rolling Stones e «versões» (né covers, nem cobrantos) que qualidade

«Kuß! Kuß! Kuß!» - isto é o quê? Se for marca de cerveja, (já) não bebo, mas obrigado pela atenção

ematejoca disse...

Angie = Angela Merkel

Kuß (antes da reforma)= beijo

Kuss (depois da reforma) = beijo

Sabes ao menos, quem é o menino de Boliqueime, fallorca?

fallorca disse...

Segundo a lenda (ou história da treta, e não da teta) «o menino de Boliqueime» foi o que puxou a saia à mãe entretida a responder ao meirinho que andava a fazer o levantamento dos nomes que haveriam de dar aos lugares.
Terá dito o ranhoso do puto, muito aflito: «Ó mãi, o boli queime; ó mãi, o boli queime»
(Não sei se tiveste em conta a grafia e não gralha, «mãi»)