Escrevo com frequência no computador, para onde traduzo as notas que gatafunho. Contrariando todas as sugestões dos colegas, o meu filho escolheu um notebook «para ele pensar que está a escrever à máquina». Escrevo no computador mas ler, só sei ler no papel. Nada de grave; é natural que tenha atingido o limite das minhas capacidades, destinadas a outras possibilidades.
19 de fevereiro de 2012
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
7 comentários:
oh, caiu? mas se eu só tinha a pata encostada, está bem que a pata se mexeu mas não era caso para tanto
Pois, nem o Proust (no sofá) te intimida, Pepe
Vai ter com a Pipa
:-D
cromos para a troca:
http://www.youtube.com/watch?v=B8ISzf2pryI
e
http://www.youtube.com/watch?v=VSygG2FnuRc
um gato a gata-fucinhar os papéis :-)
Adoro bichos letrados.
Limite das capacidades... há sempre a capacidade da escolha e quando a alternativa é ler em papel... :)
Ai, também há gatinhos?
Que giro :)
Um casal vadio. Também há melros, popas, cucus, pardais, rouxinóis, rolas, etc.
Mas nas árvores e no ar
Enviar um comentário