30 de setembro de 2011

Nem sempre a lápis (216)

Não é a primeira vez: escrever e ter medo do que leio. Acabo de recuperar um texto esquecido no blogue. Escrevi-o em Março e pretendi a leviandade de duvidar de mim. Procurei ignorar a premonição com o argumento de não ferir outra leitura; assim o leio, em Setembro.

7 comentários:

MCS disse...

Com uma vista destas, acho que não escrevia uma linha.

Areia às Ondas disse...

Deixo um título a esta imagem: Perfeição.

fallorca disse...

:)

F disse...

"fui dar um mergulho e volto já!"

fallorca disse...

Cuidado com o peixe-aranha, menina!
(dizem que fritos, são uma delícia, dizem...)

F disse...

Dizem? Então quem serei eu para duvidar!
Prefiro-o a modos que "a milhas".

Sininho disse...

Wow digo eu! Bem esta é que é uma verdadeira relíquia!

Magnífica!