8 de janeiro de 2012

Nem sempre a lápis (249)

Rostos, revoadas de expressões, culturas, origens, destinos. Os que esperam, os que partem e os que chegam, os que se despedem e os que os esperam. Um só colectivo: a viagem.
Subir ao Norte, à janela da berma litoral. Descer pela interior, até o olhar desaguar na lezíria; uma várzea grande.
Trocou, abateu o vale de compra de roupa. Viajava mais leve. Renovava-se, em cada muda nas residenciais.
Às vezes, escrevia a ler um filme de Godard.

2 comentários:

tetisq disse...

Um "On the road" à Portuguesa...

fallorca disse...

Já foi; agora é mais «Caminhar»