Pantera, tu cuida-te... Olha que o Panurgo (http://anjoseprostitutas.blogspot.pt/2013/10/tenho-de-comecar-ler-jornais.html) anda a micar-te a bolha, rectifico; a bilha Fiufiu...
Estava a activar o seu (salvo seja) chianço quando ela (Pantera) me ligou... Aquela voz, meu amigo, aquela voz, o panurgo andava uma semana sem lavar os ouvidos, fiufiu... (Mói-te)
Epá! Vim aqui ver se a discussão ainda rolava, mas não; depois vim aqui rir-me com o reality show do momento e vejo-me com o nome na lama. Bom, nada que não me agrade. Sinto-me quase um Sócrates (o do antigamente) diante do tribunal a questionar-se sobre a sua própria existência, depois de ouvida a acusação. Sò não cito no original, para não correr o risco desse portento de inteligência e erudição, essa roedora de bibliotecas e alfarrábios me vir corrigir. Debates com eruditos só por gestos! E por uma questão de nariz, também, já que a última senhora de bons costume que afirmou desconhecer-me, acabou trancada em casa, confundida não com uma pantera, um animal demasiado nobre para vaguear e dar o rosto a liliputes do espírito, mas, dizia eu, com uma amante querida de lebreus em êxtase.
Eu nisso não me meto. Nem fazia ideia de quem era a Munro, quanto mais. E não tenciono fazer. Agora, daquilo que eu me apercebo do pouco convívio que tenho com as elites (não digo isto sem me rir) de Lisboa, dessa velharia falhada, é que se limitam a pagar favores de cama e de cocaína uns aos outros. Portanto, o que a Inês Pedrosa diz ou deixa de dizer, passa-me ao lado. O texto do Gonçalo fala de algo que me é completamente indiferente, Nobel, Literatura, Tchékhov, Carver, Rui Zink (?) e num estilo jornalístico que não me agrada. Está bem escrito, claro, e o Nobel da merda está muito bom, muito bom. Mas não ligo mesmo peva a estas coisas.
O meu entendimento daquilo que para aí se chama de Literatura vem todo do D. Quixote, uma das raras obras «literárias» que eu posso dizer que estudei - que tenha entendido alguma coisa, isso é outra conversa. E do Cânone do Bloom, até um certo ponto. A Munro é uma das suas eleitas (something i've been meaning to tell you), mas não sou grande apreciador dos poetas do continente americano - porém, lia ontem um dos grandes, o Jarrell. Dessas terras só mesmo a música me interessa.
O engraçado destas discussões estilísticas é que têm lugar há quase três milénios. Mas perdeu-se a noção de Palavra. E para mim não há mais do que a Palavra, assim como ela era tudo o que havia para os gregos de outros tempos e de outras alturas.
Isto tudo para dizer que não sei coisa nenhuma do assunto.
17 comentários:
os filhos são fruto da fecundação in vitro.
Córror!!!
Pantera, tu cuida-te... Olha que o Panurgo (http://anjoseprostitutas.blogspot.pt/2013/10/tenho-de-comecar-ler-jornais.html) anda a micar-te a bolha, rectifico; a bilha
Fiufiu...
Xiiiiiiii, Fallorca, a chibar o Panurgo... Não se faz! :-)
Quanto ao MMC e à BG, não é nada que não suceda a/em milhares de casamentos pelo país fora. Enfim, vai dar para vender umas revistas.
quem..? nem sei quem é a figura...ne quero saber.
Chibar? Balhamassanta, fiufiu...
Dito assim, com «b» (à Porto), ela atende mais depressa. :-)
Estava a activar o seu (salvo seja) chianço quando ela (Pantera) me ligou... Aquela voz, meu amigo, aquela voz, o panurgo andava uma semana sem lavar os ouvidos, fiufiu...
(Mói-te)
Carlos,
quanto ao casal em questão (jurídica, parece), digamos que ele confundiu a Bárbara com a Severa; é o que dá a merda da cultura
Fallorca,
mais do que ter confundido a Bárbara com a Severa, talvez se tenha confundido a si próprio com o Conde de Vimioso; e mais não digo.
:)
Epá! Vim aqui ver se a discussão ainda rolava, mas não; depois vim aqui rir-me com o reality show do momento e vejo-me com o nome na lama. Bom, nada que não me agrade. Sinto-me quase um Sócrates (o do antigamente) diante do tribunal a questionar-se sobre a sua própria existência, depois de ouvida a acusação. Sò não cito no original, para não correr o risco desse portento de inteligência e erudição, essa roedora de bibliotecas e alfarrábios me vir corrigir. Debates com eruditos só por gestos! E por uma questão de nariz, também, já que a última senhora de bons costume que afirmou desconhecer-me, acabou trancada em casa, confundida não com uma pantera, um animal demasiado nobre para vaguear e dar o rosto a liliputes do espírito, mas, dizia eu, com uma amante querida de lebreus em êxtase.
Panurgo,
vai ver a Dona Inês posta em trapos e dá a tua preciosa opinião
Eu nisso não me meto. Nem fazia ideia de quem era a Munro, quanto mais. E não tenciono fazer. Agora, daquilo que eu me apercebo do pouco convívio que tenho com as elites (não digo isto sem me rir) de Lisboa, dessa velharia falhada, é que se limitam a pagar favores de cama e de cocaína uns aos outros. Portanto, o que a Inês Pedrosa diz ou deixa de dizer, passa-me ao lado. O texto do Gonçalo fala de algo que me é completamente indiferente, Nobel, Literatura, Tchékhov, Carver, Rui Zink (?) e num estilo jornalístico que não me agrada. Está bem escrito, claro, e o Nobel da merda está muito bom, muito bom. Mas não ligo mesmo peva a estas coisas.
Pois
O meu entendimento daquilo que para aí se chama de Literatura vem todo do D. Quixote, uma das raras obras «literárias» que eu posso dizer que estudei - que tenha entendido alguma coisa, isso é outra conversa. E do Cânone do Bloom, até um certo ponto. A Munro é uma das suas eleitas (something i've been meaning to tell you), mas não sou grande apreciador dos poetas do continente americano - porém, lia ontem um dos grandes, o Jarrell. Dessas terras só mesmo a música me interessa.
O engraçado destas discussões estilísticas é que têm lugar há quase três milénios. Mas perdeu-se a noção de Palavra. E para mim não há mais do que a Palavra, assim como ela era tudo o que havia para os gregos de outros tempos e de outras alturas.
Isto tudo para dizer que não sei coisa nenhuma do assunto.
Claro, claro... gregos e celtas
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