11 de julho de 2010

Porque a Net fornece um novo dia

– Há café quente no baú em cima da banqueta, disse-me ele quando me aproximei, sem se virar. Fazias bem em te servires, acrescentou, visto que eu não me mexia. As madrugadas das Sirtes são frescas...
[Julien Gracq, A Costa das Sirtes; trad. Pedro Tamen, Edições António Ramos, 1979]

3 comentários:

benjamim machado disse...

um grande romance, tenho de voltar a pegar nele. obrigado por me lembrar. e o philip glass/leonar cohen, que tal?

fallorca disse...

É verdade, tem toda a razão! Tenho andado numa sanfona, o que me apazigua é ter precisamente «Book of Longing» por detrás da página aberta no monitor.
Obrigado e até lá para finais de Setembro

Anónimo disse...

Sirtes,recifes de areia perigosos?